No terceiro dia da viagem guardamos para visitar outro país dentro da própria Itália. Como assim??
Pois é o Vaticano é uma cidade-estado soberana, residência oficial do papa, ícone maior para a propagação do catolicismo. Ele foi criado em 1929 após a assinatura do Tratado de Latrão entre a antiga Santa Sé e o governo italiano, estabeleceu normas para as relações entre a Santa Sé e o Reino de Itália, reconheceu o catolicismo como religião oficial desse país, instituiu o ensino confessional obrigatório nas escolas italianas, conferiu efeitos civis ao casamento religioso, aboliu o divórcio, proibiu a admissão em cargos públicos dos sacerdotes que abandonassem a batina e concedeu numerosas vantagens ao clero.
Bom para chegar até o vaticano pegamos o metro na estação Termini sentido Battistini e descemos na estação Ottaviano. Saindo da estação procure a via Ottaviano ela vai levar você diretamente a praça do vaticano. Antes de você começar a chegar na praça, você provavelmente será abordado por "guias" de turismo oferecendo visitação ao museu e à igreja. os preços são convidativos, mas muita vezes a propaganda é enganosa. por exemplo eles oferecem visitação aso jardins do vaticano, porem para você passear por lá só com agendamento. o que eles fazem é levar você em um pedaço dos fundos onde tem meia dúzia de plantas e que é bonito, claro, e você fica achando que visitou o jardim. Em fim em Roma tem muita "trambicagem", procure informações pela internet, assista ao programa Capital do delito(episodio Roma) e você ficará mais atento. Nós por sorte quando chegamos na entrada da praça fomos abordados por uma brasileira, curitibana, que foi muito gentil e nos contou algumas tramoias que a galera faz. ela, claro, devia estar no meio, mas sentimos segurança nela e resolvemos segui-la. funciona assim: você é abordado pelos "olheiros" que te levam a onde ficam os guias, por isso quando eu fui ficava apreensivo, pois não sabia para onde eles me levariam. a da brazuca ficava dentro de uma lojinha na frente da praça, la encontramos a guia, que era chilena, mas fala inglês, francês, espanhol e italiano hehehe. dai partimos , em um grupo de 15 pessoas em direção ao museu do vaticano. bom o Roma Pass não dá direito de você furar a fila, tentamos comprar os bilhetes antecipadamente pela internet, mas não tivemos sucesso. a fila é digna de você abrir um guarda-sol e ler um bom livro, estava gigante. Confesso que ate deu uma alegria quando a guia foi desbravando a multidão e nós entramos direto.
O museu é enorme, eu não conheço o Louvre, mas percebi e que esse não fica atrás em acervo e grandeza. não da para conhece-lo todo. Aqui vem a grande pegadinha da guia ela começa o passeio pela sala egípcia, passa pelo majestoso corredor dos mapas(Galleria delle Carte Geografiche) e acabou. ah? como assim? no fim do corredor a guia informa que dali ela iria seguir para capela cistina e nós tínhamos a opção de: continuar sozinhos pelo museu ou ir com ela para capela cistina, porem uma vez na capela cistina você não volta para dentro do museu. No primeiro segundo resolvemos ficar pelo museu, só que observamos que só nos que ficamos, então pensei será que é furada? e resolvemos seguir a guia. burrada total que fizemos. podia ter ficado mais no museu e depois ir para capela. Bom em fim é pra isso que serve os blogs, para compartilhar com vocês experiência boas e ruins.
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| Basílica de São Pedro |
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| Galleria delle Carte Geografiche |
Na capela cistina você só pode usar um sentido: a visão. Não pode falar alto, não pode fotografar, filmar, nada. Muito cheio, muitos guardas e eles ficam de olho em qualquer movimento de ouse usar uma máquina. Claro que achei um absurdo mais um vez. Tomem cuidado, pois se os guarda virem eles irão fazer você apagar.
Saímos da Capela e fomos visitar a praça, onde a guia explicou a arquitetura, as estátuas e a história. Depois ela nos levou até a entrada do prédios onde ficam os quartos dos pontífices para ver a guarda suíça e sua vestimenta específica. Eles são responsáveis pela segurança papal desde 1506.
Depois fomos conhecer a Basílica: Colossal , a igreja é muito bonita, rica de ouro, arte, religiosidade. Só indo para sentir a vibe. Eu acho que mesmo quem não é católico não deve deixar de visitar o vaticano, acreditando ou não, aceitando ou não a fé do outro, ali tem muita história e arte. Depende de qual motivo faz você ir até lá. Nós recomendamos muito.
Almoçamos em um restaurante bem ali pertinho, em alguma das pequenas ruas que entramos, infelizmente no lembro o nome, mas a comida esta deliciosa. Servida na mesa por uma autêntica mama, que tentava explicar, explicar e explicar alguma coisa pra nós, mas ela falava tão rápido e tão alto que a gente não entendeu nada. O importante é comer bem e sair satisfeito!!!
Nosso próximo trajeto no levou ao Castelo de Sant' Angelo. Não quisemos entrar nesse, ficamos só admirando do lado de fora mesmo. Na frente da entrada principal tem um ponte e ali se tem uma bela vista do Castelo, além de uma bela vista do rio Tibre. Cuidado com os vendedores de mercadoria falsificada que fica na ponte, não caia na tentação de comprar com eles.
Voltamos cedo para o hotel pois tínhamos um jantar especial a noite. Bom eu gosto de alta gastronomia, e embora o orçamento esteja quase sempre apertado, um esforço vale a pena. Até porque era nossa lua-de-mel e não poderia deixar passar em branco uma noite especial então reservei uma mesa no famoso La Pergola. É caro, é sim! Ainda mais se tratando de euro + taxas do cartão, etc, mas não me arrependi de conhecer essa ilustre casa italiana. Requinte, elegância, ótima comida(e bem servida, uma fez que na maior parte desses restaurantes parece que servem comida para passarinho). Bebemos um bom vinho, e ouvimos uma boa musica. A vista para cidade iluminada a noite é linda. Ficamos encantados, mais pobres, mas felizes!!! Buono Appetito!
Amanha nosso ultimo dia em Roma então vamos descansar.



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